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sábado, 24 de janeiro de 2015

Platonismos

platonic love
Já que várias postagens anteriores falaram de relacionamentos, sentimentos e afins, porque não mais um post assim, não é mesmo? E, dessa vez, só pra ficar com cara de comédia romântica de uma vez, soar como romance de livreto...vamos falar de platonismos, ou melhor, de romances platônicos.

Mas, afinal, o que seria um romance platônico, ou um amor platônico?
Na concepção mais "pura", ou seja, de acordo com as filosofias de Platão, de onde foi tirado o termo, um amor platônico seria um amor puro, desprovido de paixões (pois essas são efêmeras, materiais, cegas e falsas), baseado na virtude do amor, e não simplesmente com o objetivo de saciar um desejo.
Porém, nos dias de hoje, acredito, um amor platônico é mais comumente visto como um amor com alguma impossibilidade de ser consumado, um amor que possui obstáculos à sua realização, que não pode ser revelado à pessoa amada (por algum motivo que seja), ou que não seja correspondido por tal. 

domingo, 1 de julho de 2012

Vida, morte e...paixão!

OK, reconheço. Esses têm sido temas extremamente recorrentes aqui no blog: vida, morte e paixão. Mas, convenhamos, são os grandes temas presentes e essenciais na vida humana, não?! O restante são apenas complementos a esses, ou tão somente elementos presentes nesses. Tudo o que fazemos, no nosso cotidiano, nos nossos planos futuros ou memórias do passado está ligado a esses temas.

Pensamos no que fazer com nossas vidas, como vivê-las, o que queremos para ela, qual nosso sentido na vida. Nos preocupamos com a morte...nem sempre o medo dela (pois não deveria haver medo da morte em si), mas a questão de fazermos aquilo que precisamos fazer, em vida, antes que essa "partida final" nos chegue, ou então para algum ente querido. Nos preocupamos tanto com a nossa morte como com a de pessoas que amamos, e a falta que nos farão. E, então, há a paixão (clique aqui para a etimologia da palavra), em seus mais variados sentidos...falo do termo em geral, que em sua origem vocabular quer dizer tanto "sentir" como "sofrer". Mas, nos atentemos ao sentido de sentir. Temos paixões carnais, paixões por atos de lazer, e assim por diante. E diria que a paixão é nossa motivadora na vida. Trabalhamos e planejamos nossas vidas com o olhar nas paixões, sejam por uma outra pessoa, ou por uma atividade (como viajar, ir para bares com amigos, etc.).

domingo, 3 de junho de 2012

Aqui jaz o amor...ou não?!

Será que o amor  morreu, e hoje em dia pulamos de galho em galho, cheio de ilusões desfeitas e corações partidos?! Talvez essa seja uma pergunta que muitos façam em nossos dias, mas cuja resposta não é tão simples assim de se obter. De forma geral, a grande maioria das pessoas por esse mundo afora ainda tem uma visão muito tradicional, conservadora e idealizada demais do amor e dos relacionamentos de longo prazo, mesmo que não percebam isso, e mesmo que tenham vidas e estilos de viver que pareçam ser tão modernos e "descolados". Há uma grande mistura entre forma idealizada e herdade e visão/desejo daquilo que se quer, e daquilo que se pensa ser.

Bom, esse post é uma breve reflexão, ou diria, uma breve coleção de pensamentos ainda incompletos (e apressados) sobre o assunto em questão. Há muito o que pensar, analisar, filosofar, etc., e ainda assim não conseguiria escrever um post completo sobre o assunto. Mas, vamos tentar, de alguma forma...

terça-feira, 27 de março de 2012

Enfim juntos...e felizes para sempre?

Garoto conhece garota. Conversam, trocam olhares...pinta um clima. OK, acontece o beijo, e diversos outros noite afora (ou dia adentro...como preferir). Bom, e agora?! Começar já a planejar casamento, família, filhos, casinha do cachorro, netos e tudo mais?! Obviamente, não (pensarão a maioria)!!! Mas, a coisa não é bem assim, tão simples como parece ser, em grande parte dos casos.

Mesmo que não seja de forma consciente, um grande número de pessoas, dadas as condições "adequadas", após um simples "ficar", já têm embutidos em si uma série de pensamentos, e convenções, que vai levando as coisas em direção ao matrimônio e planejamento familiar. Claro, não estou falando daquelas meras ficadas ocasionais totalmente sem compromisso de balada e bebedeira em noites de sexta-feira ou sábado (como acontece, em geral). Falo daquele primeiro beijo casual, que acontece e gera um pouco mais de interesse, seja em uma, ou ambas as partes.

domingo, 4 de setembro de 2011

Confusão mental e sobrecarga

Esse post de agora, provavelmente, encontrará ressonância especialmente em outros HiperCogs, hiperativos, ou qualquer pessoa que tenha uma mente que trabalha em excesso. E resolvi escrever sobre o assunto após, agora há pouco, estar tentando arrumar/organizar minhas coisas no PC e na web. Não é preciso dizer que a tentativa foi fracassada. Não foi por falta de tentativa, ou mesmo de capacidade, mas o trabalho de organização e sistematização para um HiperCog pode ser algo extremamente desgastante. Isso ocorre justamente devido ao fato de não conseguirmos evitar de olhar para as coisas a partir de múltiplos pontos de vista, AO MESMO TEMPO, ou seja, torna-se dificílimo escolher um caminho pelo qual seguir.

Por exemplo, fui tentar arrumar minhas pastas de favoritos num dos browsers que uso. O primeiro problema surgiu devido à quantidade de links salvos nos favoritos, pois costumo guardar muitas coisas para futuras análises, ou usos. Daí, seguiu-se o problema principal: como organizar tudo?! Toda vez que pensava num método de organização, surgiam diversas outras possibilidades, todas fazendo sentido, além do pensamento sobre futuras necessidades de organização, e se essas futuras necessidades se enquadrariam no método escolhido no presente.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Perdas e crescimento

Ultimamente tenho me posto a pensar sobre as perdas que sofremos na vida, perdas dos mais variados tipos: perdas de amor, perdas de amizade, perdas de presenças, perdas por morte, perdas financeiras, perdas psicológicas, etc. Assim, me vem um pensamento recorrente: o que tais perdas nos dizem e com quais efeitos?!

Evito pensar num propósito para tais perdas, afinal temos a mania, já incubada em nossa psiquê, de sempre buscarmos por significância em tudo aquilo ao nosso redor. Mas, como bom agnóstico, deve permitir-me o flerte com o maior leque de possibilidades que puder enxergar, seja de forma lógica ou "intuitiva". Haveria um propósito "maior" para as perdas que sofremos? Se sim, qual? Se não, o que elas representam para nós no plano mais físico, em nossas vidas?

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Depressão é deprimente...

Estava lendo, recentemente, um artigo sobre depressão publicado no Yahoo!. O artigo fala sobre o comportamento típico da depressão que, como uma bola de neve, serve de agravante ao quadro. Ou seja, a depressão causa comportamentos aos depressivo que agravam ainda mais a própria depressão. Ou seja, sair dessa roubada é algo bastante complicado!

O tratamento da depressão pode ser algo bastante demorado, dependendo do estágio em que a doença se encontra. E, sim, depressão é uma doença, uma patologia que precisa de acompanhamento médico, especialmente quando entra em estado "moderado", e essencial quando chega ao nível "severo".

Para tratar a depressão, faz-se necessário um conjunto de medidas para buscar a resolução do problema, desde mudanças na rotina do depressivo, até terapia e, nos casos mais graves, medicação. Porque a depressão, em estágios mais avançados, pode causar desequilíbrio neuro-químico, especialmente envolvendo a serotonina. Por isso que grande parte dos fármacos utilizados são "inibidores da recaptação de serotonina" (apesar de haver 4 grandes grupos de anti-depressivos, e esses serem apenas um dos grupos).

domingo, 17 de abril de 2011

Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativas...

Poucos, muito poucos, entendem a verdadeira essência dessa frase, que talvez nem mesmo Exupéry tenha totalmente compreendido. Presente nas citações de quase todas as garotinhas (algumas já de certa idade considerável) que a conhecem, essas não fazem qualquer idéia do que significa tal citação, apenas acham "bonitnhas" tais palavras, querem mostrar algo que acham ser culto, querem colocar algo para que as pessoas vejam...

As reações a essa frase também são variadas. Há o grupo do "dane-se" o mundo, não sou responsável por nada nem ninguém além de mim mesmo. Há o grupo de raciocínio perdido, que teme ser responsável por qualquer emoção que lhes seja direcionada. Há o grupo que não entende que responsabilidade e que cativar são esses da frase presente no Pequeno Príncipe.

Cativar algo significa realizar ação geradora de reação positiva e permanente (mesmo que não eterna) por parte de outrém. Cativar não quer dizer interesse espontâneo, surgido do nada. Isso é atração! E não temos qualquer responsibilidade sobre atração não-proposital, não temos "culpa"...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O lado ruim dos relacionamentos...

O post de hoje foi inspirado num texto escrito por uma querida amiga no Facebook, a Dinda A., que falava sobre certas "frescurinhas" de relacionamentos, como um querer mudar o outro, os pedidos de um "tempo" no relacionamento, as provocações inúteis de ciúme, etc. Curti bastante o texto dela, e acabei com vontade de escrever um pouco também sobre o tema e, como dizem os norte-americanos, "add my 2 cents" (em tradução livre, "adicionar minha contribuição, dar o meu pitaco", etc.)

Ao contrário do que todos esperam quando entram num relacionamento, nem tudo será um mar de rosas, nem tudo será perfeito, e haverá muitas brigas, desentendimentos e, até mesmo, em alguns casos, separações (momentâneas ou definitivas). O que escreverei aqui, claro, será com base em experiência pessoal (maior parte) e com base naquilo que observo por aí, relatos de amigos, etc. Escreverei, para facilitar, por tópicos, quase como se sequisse uma cronologia das fases de um relacionamento. Lembrando, o post falará sobre o "lado ruim" dos relacionamentos, tentando buscar um certo "insight" em como evitar esse lado.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Jogos de Adultos

Numa breve reflexão que tenho feito, além de uma conversa aqui, outra ali, andei pensando sobre o que nós, adultos (galerinha pós-20-anos-de-idade, pelo menos), fazemos para nos divertirmos. Quando crianças, nos entretíamos com nossas brincadeiras, brinquedos, jogos de crianças. Mas, na fase adulta, raramente nos divertimos com essas coisas, e acabamos por desenvolver nossos Jogos de Adultos (sim, breve paródia com o título do filme Jogo de Espiões, um ótimo filme, por sinal).

Para alguns, isso envolve dançar, curtir uma cervejinha com os amigos, e assim por diante. Para outros, os jogos de adultos envolvem uma série de coisas, especialmente os jogos de sedução, conquista, ou conversas provocantes, etc. É desses útimos que falarei hoje, aqui!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Fidelidade x Lealdade



"De tudo ao meu amor serei atento antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto, (...) que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja eterno enquanto dure" (Soneto de Fidelidade, de Vinicius de Morais)


Grande Vinicius! Que seja eterno...enquanto dure, claro! Afinal, será que existe amor imortal mesmo?!

E em contra-posição, ou em complementação, ao que disse Vinicius, segue o que disse Ana Paula Arósio em alguma novela da Globo (não gosto de novelas, mas pela Aninha, fiz algum sacrifício...rs): "Leal, sim, eu sou! Fiel, isso já é outra história..."

Mas, enfim, qual a diferença entre lealdade e fidelidade?!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Carência, caridade...e determinação!

De repente, ligo a TV e vejo que está passando, novamente, aquele filme com o Will Smith, "À Procura da Felicidade" (The Pursuit of Happyness, 2006). Não curto tanto Will Smith, mas às vezes ele acerta em alguns papéis, como é o caso desse filme, onde ele realiza uma brilhante atuação, além da história ser bastante comovente e bem escrita/produzida.

E nessas horas, a gente pára pra pensar! A história representada no filme é baseada em fatos reais, ou seja, realmente houve um cara que passou por aquelas tremendas dificuldades, praticamente abandonado, sem ter onde morar, sem ter dinheiro pra cuidar do filho, mal tendo o que comer. Mas, ele nunca desistiu! Batalhou, persistiu, demonstrou incrível determinação, força de vontade, disciplina, coragem...e venceu na vida. Precisou passar por grandes dificuldades, mas conseguiu...

Isso me faz pensar nas dificuldades e obstáculos que enfrentamos na vida. Muitos de nós desistem fácil, não aguentariam 1/5 do que o sujeito do filme teve de aguentar. Claro, às vezes temos de contar com a sorte, e nem todo mundo que persiste consegue vencer. Porém, sem tentar, não há vitória possível. Temos de subir a montanha se quisermos chegar ao outro lado, não adianta querer que a montanha se mova, e saia de nosso caminho. É preciso força, vontade, determinação! Queria ser assim também...e nunca é tarde.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Curto-prazo ou longo-prazo?! Por quanto tempo você quer alguém?

Mais uma vez, eu, aqui, falando de relacionamentos...rs. Infelizmente, sobraram resultados de pesquisa do post anterior, que não couberam nesse prévio post. Então, aqui vai mais um pouco.

O que você busca com relação a período de relacionamento?! Um romance de curto-prazo, ou um namoro de longo-prazo?! Ou ambos?! Ou o que vier primeiro? Acredita em princesa encantada (ou príncipe)?! Enfim, são muitas as perguntas, e acredito que em cada fase de nossas vidas buscamos algo diferente, ou mal sabemos o que queremos na maior parte do tempo, não é mesmo?!

Bom, pra começar...encontrei um dado curioso em pesquisa realizada por psicólogos da Universidade do Texas (EUA). Segundo a pesquisa (aqui), os homens buscam mulheres com belos corpos para relacionamentos de curto-prazo, enquanto que para relacionamentos de longa duração preferem mulheres com rostos bonitos. Explicam que isso se deve a algum fator psicológico advindo de adaptação evolutiva, que faz com que os homens, de alguma forma, sintam que mulheres com belos corpos tenham alto estado de fertilidade para gerar prole, ao passo em que mulheres com rostos bonitos tem maior valor reprodutivo no longo-prazo. Sim, parece uma explicação estranha, mas...quem vai saber mesmo, não é?!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Relacionamentos com prazo de validade, uma nova realidade

Após uma noite de conversas animadas e confidentes com um grupo de amigos numa pizzada, fiquei pensando e filosofando e cognizando sobre, novamente, a questão dos relacionamentos, etc. E, o resultado foi uma teoria de que nossa geração, ou a galera em geral vivendo nos tempos de hoje, está entrando numa de "Relacionamentos com prazo de validade"!

Pelo que tenho observado, e ouvido, por aí, a coisa toda ainda não está tão clara nem muito bem definida, ou melhor, os acordos "relacionais" entre os praticantes ainda não foram muito bem estabelecidos. Sei que muitos podem estar pensando que estou falando das tradicionais "ficadas", ou seja, de ter um "casinho" rápido com alguém que acabou de conhecer, digamos, numa balada, ou coisa assim. Ou mesmo estão pensando nos casos em que você tem um breve "affair" com alguém conhecido, e tal. Mas, não! Acho que a coisa toda evolui pra um patamar diferente, mesmo que muitos ainda não estejam cientes disso. Vai ser difícil explicar o 'lance' todo aqui, mas farei meu melhor!

Vamos às razões desse post.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Precisa rolar o “Wow Factor”!!!

wow-factorEm Inglês, existe essa expressão “Wow Factor”, que é usada para designar algo que tenha a característica de surpreender positivamente as pessoas, ou seja, algo que cause alguém a dizer “WOW”! E essa expressão pode ser aplicada a quase tudo…uma casa, uma pessoa, uma comida, um filme pode ter o “wow factor”.

 

O interessante é que, para cada pessoa, o ‘wow factor’ pode variar. Isso quer dizer que algo que contenha o fator ‘wow’ para mim, pode não conter para você, e vice-versa. Eu posso assistir um filme e soltar um ‘wow’, sendo que o mesmo filme possa te provocar um “yawn factor” (yawn, em Inglês, quer dizer ‘bocejo’).

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Amar até...sei lá onde!

Falar de amor é complicado, não é mesmo?! Afinal, todos falam disso, o tempo todo, há milênios...e o assunto nunca acaba! Podemos falar sobre o que é o amor realmente, sobre as diferenças entre amor e paixão, sobre o quanto já amamos, sobre a velha máxima " é melhor amar e perder, do que nunca ter amado" e sua contrária, e por aí vai... E os pontos de vista sempre divergem, e ninguém entra em acordo sobre nada nesse assunto...

E aí, eu me pergunto "Por quê diabos fui me meter a escrever sobre isso?"...talvez por ter assistido um filme meio romântico hoje, mais cedo...afinal, os filmes e eu temos uma relação muito particular, sendo o "cinéfilo" que sou. Basta assistir um filme, pronto...milhões de idéias, imaginações e sensações começam a formigar em mim...

Hoje cedo assisti, mais uma vez, o filme "Antes Que O Dia Termine" (If Only, 2004), e comecei a pensar sobre como me sentiria em tal situação. E se eu tivesse apenas mais um dia com o "amor da minha vida", e soubesse disso? O que eu faria? Realmente, seria uma situação muitíssimo complicada. Não sei o que eu faria, honestamente. Provável que gostaria de passar o dia inteiro bem próximo dessa "mulher da minha vida", passearia um pouco, depois ficaria o dia abraçado com ela, etc. E, ao final, iria me sentir como querendo morrer junto com ela, etc.